quinta-feira, 30 de maio de 2013

Diva

Poesia vadia, vilã,
traiçoeira e sórdida.
Voltes aqui.
Preciso-te hoje e não amanhã!

(Justo agora que eu te queria):

Tu me foges a galope,
tu me deixas a deriva;
Não trazes mais minha musa.
Levastes por fim, a Diva!

Um comentário:

  1. Quem de nós poderá dizer o que há para além de cada superfície?
    o que está para além de cada olhar tão vão?
    quem de nós poderá dizer que conhece com um único olhar trivial e fugaz o que há nesse outro?
    - seus motivos (seus porquês)
    e que bom que existem esse galopes que levam e que trazem ( e deixam-nos) a deriva (de cada dizer)...
    A poesia é "Diva" que foge (e se deixa) envolver,
    é algo que se encanta
    se deixa,
    e (se deita)
    Se dá pra (quem quer) e só pra quem quer,
    é isso (penso) que faz a magia
    (do volte amanhã)

    é belo o teu olhar
    poesia sórdida e urgente
    (precisava vir correndo dizer)

    a minha tem estado traiçoeira
    (e por isso mesmo)
    eu por tantas vezes
    (venho sorrateira)
    espiar
    (ou brincar de ler?)

    beijo
    beijos

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